Comentando: Summer Wars
Dali, King Kazma!

Eis aí mais um Comentando! Desta vez, farei sobre uma série
inteira, uma vez que é mais fácil de trabalhar... E a obra escolhida foi Summer Wars, que é praticamente o filme
do Digimon (aquele com o Diaboromon),
só que em uma escala quase que realista. Eu conheci essa obra através de um
amigo antigo da SPK, o Switch (que,
aliás, possui um canal no Youtube chamado Zombie-sama,
corram lá para ver!) que é um digimaníaco e me encheu o saco para assistir o
filme. Quando vi, percebi que era uma ótima longa metragem, com uma ótima
animação, e valia a pena ser assistido várias vezes. Mas hoje, não vamos
comentar o filme, e sim o mangá!
Comentando: Summer
Wars – Vol. 1, 2 e 3
O mangá Summer Wars
é, na verdade, uma adaptação de um filme animado com o mesmo nome em 2009 sob a
autoria original de Mamoru Hosoda e
a colaboração da Kadokawa Shoten. Já o mangá tem o roteiro de Iqura Sugimoto e a arte de Yoshiyuki Sadamoto, sendo lançado na
própria Kadokawa no ano de 2010, com três volumes. Aqui no Brasil, foi trazido
pela Editora JBC no ano de 2011,
também em três edições. Mesmo sendo tão
curto, é bem fiel ao filme, mas mostra o acontecimento de um lado mais pessoal,
diferentemente do filme, que é ação até o fim.
A história possui dois dilemas diferentes, com diversas
situações e reviravoltas, uma mais dramática que a outra: enquanto Kenji está
passando o verão na casa da família de Natsuki, uma veterana, fingindo ser o
namorado dela; um problema em Oz, um servidor de escala mundial que gerencia vários serviços, tanto sociais quanto financeiros, é atacado por um vírus denominado Love Machine que
rouba milhões de contas o mundo todo, e evolui constantemente. E o que fazer
quando a última esperança, o melhor lutador de Oz, é derrotado facilmente?
Mas, como eu disse
anteriormente, o modo de se encarar no filme e no mangá é diferente, mesmo que
os problemas e soluções tomadas são exatamente as mesmas. O roteiro de Sugimoto deu um ar mais
sentimental, se centrando mais nos protagonistas Kenji e Natsuki e seus
sentimentos. A família de Natsuki possui
uma personalidade muito forte e determinada (todos, até as crianças), e Kazuma mostra ser um pouco mais
distante, mas ainda assim forte, especialmente no servidor de Oz... O amigo de Kenji, Sakuma possui a personalidade mais ousada em comparação ao
protagonista, mas ainda assim possui um ótimo coração ajudando-os sempre que
dá. Mas o personagem mais importante de
toda a história não é nem o protagonista, nem o King Kazma e muito menos o tal
vírus: é bisavó da Natsuki, Sakae Jinnouchi, chefe da família JInnouchi.
Sem a presença dessa líder nata, muita coisa não teria acontecido e o mundo já estaria nas mãos do vírus ladrão
de contas.
As batalhas que ocorrem dentro do servidor são bem
dinâmicas, mas nada comparado ao filme. A arte do King Kazma, avatar de Kazuma, primo de Natsuki e antigo campeão das
batalhas em Oz, ficou muito boa no mangá, dando um ar muito mais sério para ele
do que no filme. O modo como ele luta e as reações do avatar são idênticas ao
do seu dono, ficando mais interessante a cada avanço que a história ganha.
Outra arte que eu gostei bastante foi a do Love
Machine, o vírus causador da bagunça. Ao longo em que ele vai evoluindo,
sua feições vão ficando mais macabras como um Diaboromon mesmo!
Mas a cena mais bem desenhada de todos os volumes é da última edição quando a sonda espacial Arawashi, que até então estava seguindo seu curso tranquilamente pelo sistema de Oz, cai perto de onde a família de Natsuki e Kenji estava (porque o Love Machine tinha hackeado a conta do programa que gerenciava o curso da sonda). Tudo foi devastado devido ao choque, destruindo a casa onde eles estavam. Fora uma cena muito chocante, e também preocupante, pois o drama e a sequência de problemas que surgiam até o momento em que ela cai foram muito sufocantes, fazendo com que não desse para largar o mangá, ou desgrudar os olhos da tela. Mas como sempre, no fim tudo dá certo.
Mas a cena mais bem desenhada de todos os volumes é da última edição quando a sonda espacial Arawashi, que até então estava seguindo seu curso tranquilamente pelo sistema de Oz, cai perto de onde a família de Natsuki e Kenji estava (porque o Love Machine tinha hackeado a conta do programa que gerenciava o curso da sonda). Tudo foi devastado devido ao choque, destruindo a casa onde eles estavam. Fora uma cena muito chocante, e também preocupante, pois o drama e a sequência de problemas que surgiam até o momento em que ela cai foram muito sufocantes, fazendo com que não desse para largar o mangá, ou desgrudar os olhos da tela. Mas como sempre, no fim tudo dá certo.
Concluindo, essa história, mesmo tendo um enredo simples
consegue te prender facilmente, e se você gosta de videogame, as batalhas do
King Kazma vai te fazer pirar até o fim. O suspense é tremendo, e tem muitas
outras coisas para falar sobre essa obra, mas não vou sair por aí dando spoiler
para sempre! Caso tenha se interessado, você pode tanto baixar o filme quanto
ler o mangá, ambos são mais que recomendados! Lembrando que vocês também podem
pedir análises de outros mangás para nós, deixando um comentário ou nos
mandando recado via Facebook ou Twitter! Vamos aguardar ansioso, pode
ter certeza!


















